Perder a virgindade, morrer, peidar no meio da galera, é, tudo tem uma primeira vez. Beber e ficar tchuco também...A minha vez, foi em um acampamento, na chácara de uma amiguinha, aquele acampamento no fim do ano, pra comemorar a formatura de 8ª série. Mas o lugar era massa, cachoeira, galerinha do capeta, pão com linguiça, e aquele cheiro de mato e bos*a de vaca. Chegamos lá, armamos a barraca (literalmente), e passamos o dia, na cachoeira; escorregando na lona com detergente e água, o fod* era que acabava a lona e a gente continuava, se ralando na grama e terra, o massa era as gurias desatolando, umas descaradamente, enfiava a mão e procurava lá dentro, e outras achando que ninguém repara, vira pra um lado pra esconder de alguém e fica a vista de otra; jogando bola no meio das bosta de vaca; comemos pão com linguiça, até que escurece e acendemos a fogueira.
Aí que começou. Um amigo, uns chamam de mendigo, por comer de tudo e sempre, ele levou duas garrafas com o nome de um felino, pronto, tava lá as crianças. Em volta da fogueira, uns tocando (violão), outros tentando cantar (put* que pariu, eu só ria dos outros cantando). Tinha um povo que tinha sumido, eu e um baixinho fomos procurar. Entramos em uma barraca e encontramos o povo, com um litrão de coca (coca mesmo). Entramos, rimos, conversamos, até que o mendigo tirou uma criança da mala. Misturaram com a coca e tomamos..
Dividindo uns 3 copos com uns 6. Sentado, tudo bem. Tudo tava engraçado pra caralho, até que depois de um tempo, resolvemos sair, eu e o baixinho. Que comédia, ninguém poderia saber o que houve, eu olhava pro piá, fazia 'shiiiii' e começava a rir. Era muito louco andar, aquela sensação nova, e estar em cima de algo instável, como andar em uma cama elástica. Fui a uma outra barraca, com umas amigas, e só queria deitar, "p*ta m*erda, o que está havendo comigo? Será que vou morrer?" Resolvi levantar, encontrei o baixinho perambulando e rindo que nem troux*, fiz 'shiii' denovo e caimos rindo denovo. Fiquei andando, até que vi a luz do banheiro acesa pela janela. Fui la ver, subi na caçamba e vi pela janela. A futura-ex-namorada de um amigo mijando, que cena...deplorável. Resultado, cai e fiquei rindo no chão.
O povo começou a desconfiar, e ameaçaram que iriam contar aos pais que lá estavam. Esqueci de mencionar que na tarde, um pai caiu e quebrou o pé, puts, que engraçado que foi, sabe como é, torço pra que se fodam. Então, os desgraçados, invejosos na verdade, ameaçavam, e eu, meu cara*ho, morrendo de medo, vai que contam pros pais, vai que contam pra minha mãe, vai que minha mãe vem me pegar, vai que ela me afoga no riacho, vai que eu morra!! "Merd*, e agora José?" Fiquei com peso de consciência, pedi desculpas pro irmão fortinho, e ele me ignorando. Que *erda, to *odido.
Fiquei sabendo que o mendigo jogou na fogueira as crianças, que retardado, ele tchuco, no meio do povo, jogando fora aquilo lá. Pá cá bá. Nos recolhemos, mas não dormimos, esperamos o dia clarear e fomos acordar o povo. Eu, o parceiro das baladas e o irmão fortinho. Cantando "Bem-te-vi, sábiá". Os capetas putos com a gente...E eu, muuuuuuito preocupados se eles estavam ou não gostando(ironia). Fomos embora e cá estou, recordando dos velhos tempos..
Um salve pro whisky, pro miro, pra inês, pra ana, pro shunda, o véio mario, o márcio, alan, pra paula, e pro resto da família.
Porr*, comenta lá véi.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Só dois anos pro fim do mundoaêêêê!!
Primeiramente, peço desculpas aos míseros 3 leitores, sendo um eu mesmo, pela falta de postagem. Sabe como é, viajar para uma vila de pescadores é foda.
Bom, então como de costume, vamos ver qual é o capítulo de hoje...
Comer lentilha tras sorte para o próximo ano, não comer animais que ciscam, que andam pra trás, caso contrário, seu ano vai andar pra trás. Passar a virada do ano de branco para termos mais paz, pular sete ondinhas, mandar flores para uma deusa lá, cavar um buraco e acender velas, estourar champagne...E por aí vai. Tentando mudar um pouco, pensei. "Não vou por cueca pra que esse ano eu libere meu bilau à vontade". Tudo bem. Idéia escrota. Comemos um monte (minha família, tem uma tara por comida), conversamos, comemos mais um pouco, e decidimos ir à praia para a virada.
Uns otários empurrando o carro que atolou, outros rindo, outros se empurrando, outros falando de como foi a pesca e a minha família seguindo eu e meu primo. Lá à beira mar, foi tudo uma baboseira que todos os anos é a mesma coisa. "3, 2, 1 Feliz ano novo". Fogos dos dois lados, dos balneários vizinhos, porque no nosso, no máximo uns rojãozinhos e uns fogos de artifício que falharam, estouramos champagne, pulamos as ondinhas e..Oba, já foi a virada..Pronto! Vamos voltar e assistir TV.
Logo, pensei que não poderia ser tão chato assim. Tão entediante..Foi então que senti um vento nas vergonhas por baixo do shorts. Não deu outra, estava lá o Victor só de camiseta correndo entre o povo girando o shorts e dando uns berros.
Voltando pra casa, um escort branco atolou na areia (como sempre digo, torço pra que se fodam, vem pagar uma de machão e atolam) e o retardado aqui foi lá ajudar (vestido), resultado, o carro desatolou com o Victor em cima do aerofólio e com a antena do rádio quebrada na mão do Victor...
Essa foi minha virada de ano..Agora, espero que esse ano o Victor júnior seje recompensado.=D
Bom, então como de costume, vamos ver qual é o capítulo de hoje...
Comer lentilha tras sorte para o próximo ano, não comer animais que ciscam, que andam pra trás, caso contrário, seu ano vai andar pra trás. Passar a virada do ano de branco para termos mais paz, pular sete ondinhas, mandar flores para uma deusa lá, cavar um buraco e acender velas, estourar champagne...E por aí vai. Tentando mudar um pouco, pensei. "Não vou por cueca pra que esse ano eu libere meu bilau à vontade". Tudo bem. Idéia escrota. Comemos um monte (minha família, tem uma tara por comida), conversamos, comemos mais um pouco, e decidimos ir à praia para a virada.
Uns otários empurrando o carro que atolou, outros rindo, outros se empurrando, outros falando de como foi a pesca e a minha família seguindo eu e meu primo. Lá à beira mar, foi tudo uma baboseira que todos os anos é a mesma coisa. "3, 2, 1 Feliz ano novo". Fogos dos dois lados, dos balneários vizinhos, porque no nosso, no máximo uns rojãozinhos e uns fogos de artifício que falharam, estouramos champagne, pulamos as ondinhas e..Oba, já foi a virada..Pronto! Vamos voltar e assistir TV.
Logo, pensei que não poderia ser tão chato assim. Tão entediante..Foi então que senti um vento nas vergonhas por baixo do shorts. Não deu outra, estava lá o Victor só de camiseta correndo entre o povo girando o shorts e dando uns berros.
Voltando pra casa, um escort branco atolou na areia (como sempre digo, torço pra que se fodam, vem pagar uma de machão e atolam) e o retardado aqui foi lá ajudar (vestido), resultado, o carro desatolou com o Victor em cima do aerofólio e com a antena do rádio quebrada na mão do Victor...
Essa foi minha virada de ano..Agora, espero que esse ano o Victor júnior seje recompensado.=D
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