Tudo começou nesse dia, o espírito fugitivo, a adrenalina liberada pelas glândulas supra renais, o mundo sobre meus pés, e nada além de mim e a vida noturna. Isso só foi possível, porque o cara que veio nos salvar do pecado, morreu e ressuscitou, sem isso não teria a data comemorativa de Páscoa, e nem meus parentes se reunindo na minha casa nesse feriado. Bom, agora estou olhando pro teto da minha casa e agradecendo, porque se não fosse Ele, eu não iria sentir essa sensação e nem estaria aqui postando fugas alternativas criadas por mim.
Meu primo, um irmão na verdade, 2 anos mais velho, parceiro. Pedimos para irmos a boate, isso, foi na páscoa deste ano, 2009, inacreditavelmente, deixaram. Nos arrumamos, e fomos. Quem me conhece, sabe onde moro, sabe também que a partir das 22:00 umas amiguinhas ficam sentadas conversando na esquina. Descemos, e quem conhece essas bandas de Fco. Beltrão das 4 esquinas do meu quarteirão, tem 3 que são utilizadas por elas, pra que? Bom, acho que elas sentam lá e ficam conversando, sabe, fofocando..
Então, estavamos nós, descendo, dobrando a esquina, (claro, com aquela piscadinha pras meninas da esquina), subindo aquela rua, tem uma árvore enorme e o lugar é escuro, do nada, sai um cara arrumando o zíper da calça e uma, não sei se era bem uma, mas estava limpando a boca. O que estavam fazendo?? É, acho que o sorvete de chocolate tinha uma calda de baunilha e escorreu um pouquinho.
O cara retardado, veio com a gente e começou a falar que as profissionais do sexo agora tem uma carteirinha que informa que não tem AIDS. Aí que eu lhe pergunto, "E daí? seu Filho duma *uta, eu te perguntei??" Mas não, ficamos quietos e andando, o cara deu um tchauzinho e saiu. Já começamos bem, fomos e entramos na boate. Lá dentro, acho que foi a primeira vez que bebi tanta caipirinha (sem álcool mãe!) fiquei uma semana depois sem conseguir tomar sequer um suco de limão. Faz um tempão que aconteceu e nem lembro direito lá dentro, mas tínhamos que avisar a mamãe que chagamos em casa as 3:00. Então fomos embora, na volta, tinha uma profissa e um mendigo chapado na rua, ele querendo um programinha e ela cortando ele. Olhamos, sem intenção, e eles olharam de volta, e o mendigo falou, "Que que foi?". Olhamos, rimos e fomos para casa avisar que chegamos. Cheguei com quarto dela, com 3 halls preto na boca (é que mamãe gosta de bom hálito), falei de longe, "oo, acorda, chegamos" e saí.
Como disse antes, quem me conhece, sabe que lá em baixo, tem uma piscina, pegamos umas cadeiras de praia, umas duas cocas 600 ml, e o abridor de garrafas. Bom a coca, estava no ponto. Depois de virar as duas, nos sentimos encorajados de sair de novo dar uma volta. Quem me conhece, sabe que tem um muro não muito alto atrás de casa, e então pulamos. Encontramos um amigo, que mais parece com o Logan, mas pra quem não lembra é o Wolverine, ele estava voltando da boate. Os três super bem, fomos em direção ao bando 'feito pra você' e encontramos outros amigos, a profissa e o mendigo chapadão. O cara veio nos abordando, e pedindo dinheiro. Eu, esperto né, falei que não tinha, (mas era mentira, eu tinha R$1,00, meu deus, como eu sou mal), meu primo/irmão soltou a frase do dia. "Eu vou dar esse dinheiro pra igreja.", o retardado chapado, acreditou e até elogiou o ato do meu primo. O wolverine deu umas moedinhas, pro cara, porr* que idiotisse, mas tudo bem. Eu no auge, da vida esportiva, fiz um Le Parkour, subi na sacada de um apartamentozinho, muito louco! Depois disso, acabei levando um chute no saco, e nada mais é interessante.
Mas foi aí que tudo começou, graças ao renascimento do carinha lá de cima.
Bom, um aviso aí pro Todo-Poderoso, eu estou esperando um sinal pra poder voltar a sair...Estou só esperando um aviso.
Um salve pra...por*a, não tem ninguém pra mandar.
O, comenta aí né véi. Pow fih, o que um comentáriozinho. Psiu, aí ó, por favor, cara, ali, rapidim.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Sweet Child O’ Mine
Conheço um boleiro, bombadinho e que não gosta de pagode, prefere um rock. Lembro que ele disse que iria em um show cover, em um bar aqui em Fco. Beltrão. Beleza , esse lugar fica tipo, no fim da cidade, de um lado, uma avenida que leva ao centro, a cidade, do outro lado, tem uma montanha cheio de mato, árvores, estrada não asfaltada. Como aquela boate da história passada é perto de casa, me preparei para ir dar uma olhada como estava lá, mas sem o parceiro negro e sim com o parceiro de casa. Nenhuma fila e aquela porta aberta nos chamava para entrar e curtir um monte. Nossa, que ótimo, sem nenhum transtorno para entrar. Put*, que bo*ta, não tinham aberto a pista em baixo, tinha umas pessoas conversando perto do bar, perto da saída e nada de que eu queria.
Olhei pro lado e falei, “Por*a, vamo embora, ta caidinho hoje!”. Fomos lá fora e eu, como já mencionei antes, muito esperto, pensei comigo mesmo, “por que eu não ligo pro recém habilitado e peço pra gente da uma volta??”. Feito. Ligo pra ele e pergunto onde ele ta, ele responde que indo leva a namorada dele pra casa dela (meeeu, pense o lugar longe que ela mora, tipo, quase considerado outra cidade dentro de Fco. Beltrão) e pediu se a gente queria carona. Bom já imaginam a resposta não é? Estávamos nós no carro, e indo pro bar que o boleiro ia. Quase chagando lá, do nado ela ficou brava, e deu uma briguinha com o recém (creio eu que a culpa é minha, maaas...). Nos despedimos e lá sim, era o lugar onde tava o povo, tudo bem, que mais fora que dentro. R$15,00 a entrada pra ver um show cover, put* que pariu, eu tinha R$19,00. Deu só pra uma coca lá dentro.
“Velho, vô mija”, aquele banheiro minúsculo, com dois mictórios e uma patente, encontrei o boleiro, bombadinho como sempre, mas com as veias vermelhas dentro do olho. Beleza, esse já ta bem. Fomos com ele e nos juntamos com uns amigos dele, no meio da galera. Esqueci de mencionar que o lugar é um cubículo, e só pode ser um fumódromo, caralh* de fumaça (de todos os tipos), também, Gun’s cover. O Axl até que era parecido, o Slash, (AHUSUHSAUHSAUH) coitado, forte que nem o verdadeiro, o tamanho P slim fit, deveria ficar pequeno no cara, mas o cabelo tava massa, o baterista, trovando umas gurias lá, e levando corte. Por*a, Gun’s é um tesão, curti. Só que tinha uns desgraçados de uma vila de Beltrão, a 7km que put* que bis*ate, ficavam naquela rodinha punk. Ah, pra quê, e a gente só levantava os braços e só na cotovelada (nossa, acho que nem em luta de Muai Tai dão tanta cotovelada quanto a gente deu neles).
Cavernoso, como diz o boleiro, mas foi massa, descendo o cotovelo neles, ouvindo um gun’s, até salvando vidas.
Sim, tinha um emo, gay e alto chapado, deveria estar vendo nx zero tocando sweet child o’ mine, mas tava lá, pulando, berrando e babando, semelhança com primatas? Exatamente, parecia um. Porém, na minha frente, uma linda baixinha (puxando saco) querendo apenas curtir o cover show, e o desgraçado pulando e querendo um dedo no *ú dele. Ela estava em perigo, a mercê de ser pisoteada, foi então que senti um chamado divino, dizendo, “Salve a vida dessa menininha, salve a vida dessa menininha” empurrei o cara, ele veio pra cima, os amigos do boleiro, vieram pra cima, ficamos na paz. Salvei uma vida e isso é gratificante.
Já no final, precisávamos voltar, ligar, pro recém? Lá por 5 da manhã? Nem a pau, por mais vontade que tive. Fomos a pé mesmo, atravessando meia cidade, pra dormir, é, pessoas fazem isso, menos os sem-tetos (por não terem casa), os africanos (por não desperdiçar tempo atrás de casa se não tem nem comida) e os do Oriente Médio (por não conseguir atravessar uma rua sem levar um tiro ou uma bomba). Voltamos rindo, com a galera, não lembro o nome de todos, tinha uma loira que ta em Ctba, a baixinha que salvei a vida, o boleiro bombado, o namorado da baixinha, o parceiro de casa, e mais alguns, que alguns tornaram-se grandes amigos. Essa escapada, também ninguém descobriu, até agora.
(Não contem a minha mãe...já me fodi com fofoqueiros)
Era o 3º Mega Open Bar da boate, e A Festa do momento, bem porque o nome já dizia. Fui, como de praxe, esperando o povo dormir, e indo curtir um pouquinho. Chegando lá, lotado e demorei pra entrar, mas lá dentro, tudo muda, esquece de problemas, de tudo, é só você e o 'tunx tunx'. Bom, mas naquele dia tinha um outro amigo (ou não tão amigo assim), o principal da festa, o Bar. Geralmente, aquele assassino que pensam, é só a facada do bar, mas aquele dia, o esfaqueador dava a faca pra gente acabar com eles (bom, fiz minha parte).
Lá dentro, estava difícil achar alguém conhecido, ainda mais lá em cima, onde queriam um espaço para se vingar do bar. Eu, modestamente falando, consigo passar no meio de multidões (ou, cutucando o ombro do outro lado, ou até mesmo, cutucando outras partes), cheguei finalmente, onde queria, peguei 3 copos de...coca (tinha mais espuma que líquido mesmo), 1 pra ir tomando enquanto saia da multidão, outro pra ir tomando no caminho até a pista de dança em baixo e o último pra ir degustando enquanto requebrava sedutoramente.
Bem de boa ainda, encontrei um grupo de amiguinhas, e elas, querendo ficar louquitchas, dizendo pra gente ir pro bar. Que merda, acabei de vim de lá, e passar por um monte de gente de novo. Tudo daria certo se as pessoas andassem, mas os desgraçados pegam a bebida e ficam lá conversando, brigando, fumando, enfiando o dedo no *ú, mas não andam, aí forma aquele congestionamento, e um monte de gente baforando em cima. Beleza, eu com uma idéia genial, mandei elas irem na frente e pegarem guaraná (misturado com red bull fica com gostinho de guaraná), devem ter pego, uns 6 copos pra 4 ou 5 pessoas. Uma nega lá, disse que estava muito ruim e me deu o copo (realmente estava horrível, mas depois a gente nem se importa). Pronto, estava eu, tomando 2 copos, e requebrando muito mais, abalando no meio da balada (y). Beleza, foi coca, guaraná, só faltava a sprite (boa de colocar em caipirinha). Subimos, encontramos nossos amigos, meu irmão negro, o recém habilitado e um porquinho lá. Beleza, o negão veio pra mim e falou pra gente virar um copinho cheio de guaraná, eu dizendo não, ouço uma vozinha (de voz e não avó) de baixo de uma nega falando que eu não conseguiria. Ah não, isso mexeu comigo, como se ferisse meus sentimentos, viramos. Nossa, aquele guaraná estava quente e horrível, o pessoal da boate, deveria estar pra vencer esses refrigerantes, e fizeram o Mega Open Bar, sério, no bar de baixo estava uma droga pelo menos (figurativamente). O recém habilitado, o negão e acho que o porquinho, falaram que iriam pro camarote. Que merd*, tinha R$6,00, e um copo de sprite, paguei os 6,00 e o recém completou. Beleza, vamos apavorar no camarote.
Chegando lá, não sei, acho que bateram muito forte na minha cabeça, a memória começou a ficar meio distorcida. Mas vamos ver no que dá.
Lá no camarote, só os importante, só os foda, (ta, nem tanto..) fomos no bar lá, bom, não sei se já estava amortecido (com o gelo..) mas estava um pouquinho melhor. Pegamos mais guaraná e ficamos andando lá. Não sei, mas do nada a gente estava com os comuns, dançando na pista e de repente, sentado perto da saída com o povo. Vi aquela mesa na minha frente e ela como mágica ou super poder, puxou minha cabeça pra perto dela, eu tentava com todas as minhas forças subir, mas não dava, era algo sobrenatural. Uma hora consegui puxar minha cabeça, mas tinha algo nos meus cabelos, era a mão do recém me puxando, droga, ele soltou e de novo, estava eu lá escorado.
Tomei um monte de água, tomei digestivo, não sei da onde veio e infelizmente, deixei um presentinho pras tias que iriam limpar o chão. Era mesmo a última vez que tomava tanto refri assim (pelo menos até agora). O recém habilitado, me pegou pelo pescoço, me deu um banho com aquela garrafinha e mandou a gente da uma volta. Estranho que a gente não estava dentro, mas na porta de fora, dei um salve pra mulher que fica lá recebendo as entradas, dei um tapinha nas costas de um gorilão que fica sempre de braço cruzado e me encarando (acho que ele me deseja...mas é segredo) e vi uma Fofa lá fora. Ela riu de mim, e perguntou pro meu parça, "Ele está bem?". Acho que eu sorri pra ela, fiz um heavy metal e gritei UHUUL.
A caminho de casa, tomando água, porque sabe como é, refri não mata a sede. E ele me fez ter sede! (haha) Não lembrou muito bem da conversa, mas eu pedia pra senta um pouquinho e olhar o movimento da rua e ele não queria, acho que não tinha tanto movimento assim. Lembro que aqueles refris vencidos, queriam sair, mas meu, não podia mijar lá na rua, então eles saíram por cima. É, é a vida, eu não ia mostrar meu pint* pro recém, então foi assim mesmo (apesar de nos jogos, o recém, pedir pra tomar banho junto e colocar ele pra dormir [sem viadisse, ele tem namorada..baixinha, querida, e briga um monte com ele, engraçado]), e daí ele virou um professor de matemática, perguntando a resposta de multiplicações, subtrações, adições e divisões, como eu muito esperto, respondia. Lembro de uma pergunta, 9x8, respondi certamento 81. Bom, exatas não é meu forte mesmo.
Cheguei em casa, na surdina, e ele fazendo barulho, ele pisava nas folhas!!! Eu, malandrão, dei até uma estrelinha e acho que foi certo. Entrei pela garagem, ele entrou comigo, e falou que não saia daqui, antes de me ver deitado. Mas meu, eu precisava colocar a roupa no cesto, tomar banho, pegar umas 3 garrafinhas de água pra caso der uma sedezinha na noite. Então, eu fingi que dormi, ele foi embora.
Enganei mais um! Eu sou foda! HUSAUHASHUSAUH
Tá, levantei mas a visão só veio depois, nossa, muito louco. Fui de cueca na sala, ver se estava tudo certo e vi meu irmão mais velho, ele estava conversando com o recém, acho que virou me cúmplice. Como o recém pensava que eu estava dormindo, precisava subir rápido e sem barulho, colocar a roupa, banhar-me e beber água. Subi 2 em 2 degraus, tropecei no último e cai, mas ninguém percebeu. Tomei banho, acordei de boa, e com um costelão como almoço. Que merd*, aquele troço gorduroso, tomei coca-cola, mesmo.
Aí o negão me ligou e fomos ver um jogo de basquete feminino dos Jogos Abertos. Ninguém descobriu, da saída e nem que eu não tinha dormido..
MUAHUAHUAHUAHUA
(Repito, não contem pra minha mãe sobre essa história, ou sobre o blog, se não já era histórinhas do Victor)
Obrigado.
Comentem
Era o 3º Mega Open Bar da boate, e A Festa do momento, bem porque o nome já dizia. Fui, como de praxe, esperando o povo dormir, e indo curtir um pouquinho. Chegando lá, lotado e demorei pra entrar, mas lá dentro, tudo muda, esquece de problemas, de tudo, é só você e o 'tunx tunx'. Bom, mas naquele dia tinha um outro amigo (ou não tão amigo assim), o principal da festa, o Bar. Geralmente, aquele assassino que pensam, é só a facada do bar, mas aquele dia, o esfaqueador dava a faca pra gente acabar com eles (bom, fiz minha parte).
Lá dentro, estava difícil achar alguém conhecido, ainda mais lá em cima, onde queriam um espaço para se vingar do bar. Eu, modestamente falando, consigo passar no meio de multidões (ou, cutucando o ombro do outro lado, ou até mesmo, cutucando outras partes), cheguei finalmente, onde queria, peguei 3 copos de...coca (tinha mais espuma que líquido mesmo), 1 pra ir tomando enquanto saia da multidão, outro pra ir tomando no caminho até a pista de dança em baixo e o último pra ir degustando enquanto requebrava sedutoramente.
Bem de boa ainda, encontrei um grupo de amiguinhas, e elas, querendo ficar louquitchas, dizendo pra gente ir pro bar. Que merda, acabei de vim de lá, e passar por um monte de gente de novo. Tudo daria certo se as pessoas andassem, mas os desgraçados pegam a bebida e ficam lá conversando, brigando, fumando, enfiando o dedo no *ú, mas não andam, aí forma aquele congestionamento, e um monte de gente baforando em cima. Beleza, eu com uma idéia genial, mandei elas irem na frente e pegarem guaraná (misturado com red bull fica com gostinho de guaraná), devem ter pego, uns 6 copos pra 4 ou 5 pessoas. Uma nega lá, disse que estava muito ruim e me deu o copo (realmente estava horrível, mas depois a gente nem se importa). Pronto, estava eu, tomando 2 copos, e requebrando muito mais, abalando no meio da balada (y). Beleza, foi coca, guaraná, só faltava a sprite (boa de colocar em caipirinha). Subimos, encontramos nossos amigos, meu irmão negro, o recém habilitado e um porquinho lá. Beleza, o negão veio pra mim e falou pra gente virar um copinho cheio de guaraná, eu dizendo não, ouço uma vozinha (de voz e não avó) de baixo de uma nega falando que eu não conseguiria. Ah não, isso mexeu comigo, como se ferisse meus sentimentos, viramos. Nossa, aquele guaraná estava quente e horrível, o pessoal da boate, deveria estar pra vencer esses refrigerantes, e fizeram o Mega Open Bar, sério, no bar de baixo estava uma droga pelo menos (figurativamente). O recém habilitado, o negão e acho que o porquinho, falaram que iriam pro camarote. Que merd*, tinha R$6,00, e um copo de sprite, paguei os 6,00 e o recém completou. Beleza, vamos apavorar no camarote.
Chegando lá, não sei, acho que bateram muito forte na minha cabeça, a memória começou a ficar meio distorcida. Mas vamos ver no que dá.
Lá no camarote, só os importante, só os foda, (ta, nem tanto..) fomos no bar lá, bom, não sei se já estava amortecido (com o gelo..) mas estava um pouquinho melhor. Pegamos mais guaraná e ficamos andando lá. Não sei, mas do nada a gente estava com os comuns, dançando na pista e de repente, sentado perto da saída com o povo. Vi aquela mesa na minha frente e ela como mágica ou super poder, puxou minha cabeça pra perto dela, eu tentava com todas as minhas forças subir, mas não dava, era algo sobrenatural. Uma hora consegui puxar minha cabeça, mas tinha algo nos meus cabelos, era a mão do recém me puxando, droga, ele soltou e de novo, estava eu lá escorado.
Tomei um monte de água, tomei digestivo, não sei da onde veio e infelizmente, deixei um presentinho pras tias que iriam limpar o chão. Era mesmo a última vez que tomava tanto refri assim (pelo menos até agora). O recém habilitado, me pegou pelo pescoço, me deu um banho com aquela garrafinha e mandou a gente da uma volta. Estranho que a gente não estava dentro, mas na porta de fora, dei um salve pra mulher que fica lá recebendo as entradas, dei um tapinha nas costas de um gorilão que fica sempre de braço cruzado e me encarando (acho que ele me deseja...mas é segredo) e vi uma Fofa lá fora. Ela riu de mim, e perguntou pro meu parça, "Ele está bem?". Acho que eu sorri pra ela, fiz um heavy metal e gritei UHUUL.
A caminho de casa, tomando água, porque sabe como é, refri não mata a sede. E ele me fez ter sede! (haha) Não lembrou muito bem da conversa, mas eu pedia pra senta um pouquinho e olhar o movimento da rua e ele não queria, acho que não tinha tanto movimento assim. Lembro que aqueles refris vencidos, queriam sair, mas meu, não podia mijar lá na rua, então eles saíram por cima. É, é a vida, eu não ia mostrar meu pint* pro recém, então foi assim mesmo (apesar de nos jogos, o recém, pedir pra tomar banho junto e colocar ele pra dormir [sem viadisse, ele tem namorada..baixinha, querida, e briga um monte com ele, engraçado]), e daí ele virou um professor de matemática, perguntando a resposta de multiplicações, subtrações, adições e divisões, como eu muito esperto, respondia. Lembro de uma pergunta, 9x8, respondi certamento 81. Bom, exatas não é meu forte mesmo.
Cheguei em casa, na surdina, e ele fazendo barulho, ele pisava nas folhas!!! Eu, malandrão, dei até uma estrelinha e acho que foi certo. Entrei pela garagem, ele entrou comigo, e falou que não saia daqui, antes de me ver deitado. Mas meu, eu precisava colocar a roupa no cesto, tomar banho, pegar umas 3 garrafinhas de água pra caso der uma sedezinha na noite. Então, eu fingi que dormi, ele foi embora.
Enganei mais um! Eu sou foda! HUSAUHASHUSAUH
Tá, levantei mas a visão só veio depois, nossa, muito louco. Fui de cueca na sala, ver se estava tudo certo e vi meu irmão mais velho, ele estava conversando com o recém, acho que virou me cúmplice. Como o recém pensava que eu estava dormindo, precisava subir rápido e sem barulho, colocar a roupa, banhar-me e beber água. Subi 2 em 2 degraus, tropecei no último e cai, mas ninguém percebeu. Tomei banho, acordei de boa, e com um costelão como almoço. Que merd*, aquele troço gorduroso, tomei coca-cola, mesmo.
Aí o negão me ligou e fomos ver um jogo de basquete feminino dos Jogos Abertos. Ninguém descobriu, da saída e nem que eu não tinha dormido..
MUAHUAHUAHUAHUA
(Repito, não contem pra minha mãe sobre essa história, ou sobre o blog, se não já era histórinhas do Victor)
Obrigado.
Comentem
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Busted...O Retorno.
Uma semana depois...teria a formatura do Águia, e meus amigos me abusando que eu não iria. Uma semana inteira de abusações e decepções. No meio da semana, foi meu aniversário, grandes bosta! Acho que foi meu pior aniversário durante esses 16 primeiros anos de minha vida (não longa, mas intensa). Um presentinho em dinheiro, mas não era o que queria, esse dinheiro era a forma mais rápida e sem trabalho de presentear alguém, uma ida na Liciane com metade da família e me contentando com os parabéns pelo orkut. Pelo menos, tem gente pior, como os africanos, os haitianos, os do oriente médio...Bom, como um auto-presente, que tal sair festar?? Ah, claro, to de castigo, por ter feito isso antes..Put* que pariu, era a festa que todos comentavam, precisava ir. Como disse, se eu pedisse a alguém, a resposta seria a mesma que dão aos televendedores, NÃO..
Finalmente, o dia da formatura, eu no MSN e ninguém útil para conversar. Pensei, preciso ir nessa formatura, e eu com minha experiência em sair furtivo, fui, com meu parceiro aqui de casa. Liguei para um recém habilitado e ele disse que tava passando aqui me pegar (os recém habilitados, são os mais gente boa pra dar carona, sentem gosto em dirigir). Demos uma voltinha antes, passamos ver uns amigos dele, tomamos uma....coca (¬¬) e subimos. Desgraçada a fila, ficamos no segundo cemitério parados, e um monte de otários tentando voltar ou ultrapassar. Nós de boa, rindo, bebendo coca, e conversando. Olho pro lado, na curva do Papa-Pizza e tem um carro estacionado no acostamento, o cara estacionou o carro e foi a pé pra festa, foi muito engraçado. Foi então que vimos o carro da polícia vindo no sentido contrário, não lembro quem brincou que minha mãe tava no carro procurando eu e meu parceiro. Rimos um monte na hora, mas o carro veio vindo, e olhando quem estava dentro dos carros, no que ele olhou em nossa direção o carro parou.
Filha duma pu*a, os caras estão mesmo me procurando, to fudido, vou ser preso, eu vou morrer!!
Meu coração parou, a barriga gelou, o sorriso no rosto caiu e milhões de pensamentos a mil. Tudo bem que minha cor não ajuda muito, mas os policiais estavam olhando o carro do nosso lado estacionado. Pararam o carro e foram lá anotar a placa. Meu caralh*, que gelo, adrenalina a mil, pronto pra pula do carro e sair correndo. E aí veio mais uma onde de risadas. Depois de uns 15 minutos ou mais naquela fila, entramos. Estacionaram o carro lá no meio do bosque, no escuro, e com balde enoooorme cheio de....coca e gelo. Quando olho pra frente da entrada, lotado! Um monte de gente comprimentando, rindo e se divertindo, mas lá no fundo chama a atenção, um carro da polícia com as luzinhas gay rodando. Um cara que veio no carro da frente, foi escondido, e literalmente foi busted by cops. Ele veio e falou que a mãe e o pai dele tava lá na entrada procurando ele. Meu que merda, imaginei minha mãe, pouco escandalosa lá, berrando "Cadê meu filho!!". Tinha certeza que aquela era minha última festa escondido, por minha decisão, mas acabou sendo por outro motivo.
A formatura tava demais, muita gente, muita festa. No outro dia tinhamos aula, e eu estava convicto que ia, vai ver foi isso que acabou me ferrando. 1, 2, 4, 5 horas da manhã, e estava no fim. Reunimos a galera e começamos a descer a pé. Por motivo não identificado, descemos, cantando 5 patinhos, Toque-Toque-Meu-Bem e gritando, repetindo, motivo não identificado. Chego em casa lá por 6e00, a aula é as 7e15, resolvi comer, tomar um banho e assistir TV (grande merda). Deito no sofá, e acordo na cama, as 9e15. Como? Também não lembrei, mas me contaram no almoço.
Minha mãe, disse que me acordou e perguntou se eu não iria na aula, respondi que estava esperando o padre, que precisava do padre. Ela falou pra eu ir deitar, e dormir. Disseram isso, mas sinceramente, não lembro, vai ver por motivo não identificado. Bom, me sentia bem, tinha ido na formatura, ninguém tinha descoberto, e sabia que aquela era a última. No meio da semana, minha mãe me pergunta se eu fui na formatura, que contaram pra ela..
Fco. Beltrão é uma boce*a mesmo, bando de fofoqueiros, me fodi, to de castigo, e aquela foi mesmo a última festa.
Na minha lista malígna, está em primeiro lugar, Fco. Beltrão, ainda vou me vingaaaar! MuaHuaHuaHua...
Todos irão pagaaaar!
Finalmente, o dia da formatura, eu no MSN e ninguém útil para conversar. Pensei, preciso ir nessa formatura, e eu com minha experiência em sair furtivo, fui, com meu parceiro aqui de casa. Liguei para um recém habilitado e ele disse que tava passando aqui me pegar (os recém habilitados, são os mais gente boa pra dar carona, sentem gosto em dirigir). Demos uma voltinha antes, passamos ver uns amigos dele, tomamos uma....coca (¬¬) e subimos. Desgraçada a fila, ficamos no segundo cemitério parados, e um monte de otários tentando voltar ou ultrapassar. Nós de boa, rindo, bebendo coca, e conversando. Olho pro lado, na curva do Papa-Pizza e tem um carro estacionado no acostamento, o cara estacionou o carro e foi a pé pra festa, foi muito engraçado. Foi então que vimos o carro da polícia vindo no sentido contrário, não lembro quem brincou que minha mãe tava no carro procurando eu e meu parceiro. Rimos um monte na hora, mas o carro veio vindo, e olhando quem estava dentro dos carros, no que ele olhou em nossa direção o carro parou.
Filha duma pu*a, os caras estão mesmo me procurando, to fudido, vou ser preso, eu vou morrer!!
Meu coração parou, a barriga gelou, o sorriso no rosto caiu e milhões de pensamentos a mil. Tudo bem que minha cor não ajuda muito, mas os policiais estavam olhando o carro do nosso lado estacionado. Pararam o carro e foram lá anotar a placa. Meu caralh*, que gelo, adrenalina a mil, pronto pra pula do carro e sair correndo. E aí veio mais uma onde de risadas. Depois de uns 15 minutos ou mais naquela fila, entramos. Estacionaram o carro lá no meio do bosque, no escuro, e com balde enoooorme cheio de....coca e gelo. Quando olho pra frente da entrada, lotado! Um monte de gente comprimentando, rindo e se divertindo, mas lá no fundo chama a atenção, um carro da polícia com as luzinhas gay rodando. Um cara que veio no carro da frente, foi escondido, e literalmente foi busted by cops. Ele veio e falou que a mãe e o pai dele tava lá na entrada procurando ele. Meu que merda, imaginei minha mãe, pouco escandalosa lá, berrando "Cadê meu filho!!". Tinha certeza que aquela era minha última festa escondido, por minha decisão, mas acabou sendo por outro motivo.
A formatura tava demais, muita gente, muita festa. No outro dia tinhamos aula, e eu estava convicto que ia, vai ver foi isso que acabou me ferrando. 1, 2, 4, 5 horas da manhã, e estava no fim. Reunimos a galera e começamos a descer a pé. Por motivo não identificado, descemos, cantando 5 patinhos, Toque-Toque-Meu-Bem e gritando, repetindo, motivo não identificado. Chego em casa lá por 6e00, a aula é as 7e15, resolvi comer, tomar um banho e assistir TV (grande merda). Deito no sofá, e acordo na cama, as 9e15. Como? Também não lembrei, mas me contaram no almoço.
Minha mãe, disse que me acordou e perguntou se eu não iria na aula, respondi que estava esperando o padre, que precisava do padre. Ela falou pra eu ir deitar, e dormir. Disseram isso, mas sinceramente, não lembro, vai ver por motivo não identificado. Bom, me sentia bem, tinha ido na formatura, ninguém tinha descoberto, e sabia que aquela era a última. No meio da semana, minha mãe me pergunta se eu fui na formatura, que contaram pra ela..
Fco. Beltrão é uma boce*a mesmo, bando de fofoqueiros, me fodi, to de castigo, e aquela foi mesmo a última festa.
Na minha lista malígna, está em primeiro lugar, Fco. Beltrão, ainda vou me vingaaaar! MuaHuaHuaHua...
Todos irão pagaaaar!
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Busted..
Liberdade, motivo de guerras, revoltas, mortes. Porém meu meio de convívio exigia mais liberdade do que me davam, estranho que a que eu tinha era basicamente relativamente baixa. Amigos saíam, festavam, e riam com os pais, já aqui, pedir pra ir em uma boate é como pedir se querem comprar algo por telefone, sempre vem um não. Mas o que incomoda, é o pensamento absurdo deles, acham que tem assassinatos, boca de fumo (boca de cheiro, boca de injeção), prostituição (quase uma zona), onde só tem esse tipo de gente.
Bom, tudo começou com uma amiga minha que veio de realeza e resolveu ir pra boate, perguntei se deixariam eu ir, e adivinhem, a resposta foi não. Inesperadamente veio uma idéia de ir lá mesmo assim, e foi o que aconteceu. Chegando lá, imaginem, assassinos? Não, só a facada do preço no bar. Drogas? Só a merda daquela fumaça na roupa, que acho que pensando nisso criaram a lei anti-fumo, mas duvido que lá estejam cumprindo-a. Prostituição? Algumas dançavam meio, como posso dizer, tentando se escorar com a bunda em alguém, mas não chegava a prostituição. E foram festas, semanas, e minha vida social, lá em cima. Conhecia gente que na verdade, a gente nem conhece, da um "eae" e sai de perto, finalmente, me sentia crescido, me cuidando pra não fazer nenhuma mer*a, pois não teria ninguém indo me socorrer. Então, tive dois irmãos, um que sempre foi, desde que vim pra essa cidade, começamos a ficar mais próximos, saíamos, riamos, festavamos, e outro que apareceu, que fazíamos as mesmas coisas, mas não morava comigo.
Até que um dia, estava ajudando nas divulgações das festas, vendendo ingresso, conseguindo minhas regalias. Estava tudo perfeito, e meus amigos sempre dizendo, eles vão descobrir e você vai se ferrar. Filhos-da-put*, goraram minhas escapadas. Era a festa da espuma, todo mundo muito louco e nojento, com aquela máquina de espuma. Mal sabia eu que era a última festa, deveria ter virado mais. No dia, tinha o Destaque, não podia sair, tinha gente que chegaria em casa. Não conformado, fiquei vendo Simpsons. Passado algum tempo, todos estavam dormindo, era a hora perfeita pra ir curtir. Me arrumei, e fui. Que tesão que estava, ganhado camarote, um balde recheado, o irmão que não mora comigo e aquela loira de pirar o cabeção. Finalmente, estava me enturmando com o pessoal da divulgação. Horas se passaram, e eu são, precisava estar bem pra voltar pra casa. Foi aí que senti algo vibrar no bolso. Não, não era um vibrador sexual, mas meu celular. Pensei, "ah, de boa, o despertador tocou e eu tenho que ir pra casa." Pera aí, naquele dia eu tinha esquecido de colocar pra despertar. Fui ver, uma ligação perdida. Por*a, estava escrito, 'mamãe'. Put* mer*a, e agora? Falei pro meu parceiro que tinha que vazar. Nunca tinha corrido tanto e tão rápido, com a cabeça tão alta assim, bom, cheguei a esquina de casa, e pensei, "Tô fudido". Lá estava ela na porta de casa, de pijama, pronta pra falar um monte.
Sentei no sofá e ouvi muito, desde liberdade que não teria mais (que já não era muita), até que poderia ser morto lá dentro (semana pós semana e nenhuma morte ou zona lá dentro). Bom, aí começou o declínio da minha vida. Uma semana depois...
Bom, tudo começou com uma amiga minha que veio de realeza e resolveu ir pra boate, perguntei se deixariam eu ir, e adivinhem, a resposta foi não. Inesperadamente veio uma idéia de ir lá mesmo assim, e foi o que aconteceu. Chegando lá, imaginem, assassinos? Não, só a facada do preço no bar. Drogas? Só a merda daquela fumaça na roupa, que acho que pensando nisso criaram a lei anti-fumo, mas duvido que lá estejam cumprindo-a. Prostituição? Algumas dançavam meio, como posso dizer, tentando se escorar com a bunda em alguém, mas não chegava a prostituição. E foram festas, semanas, e minha vida social, lá em cima. Conhecia gente que na verdade, a gente nem conhece, da um "eae" e sai de perto, finalmente, me sentia crescido, me cuidando pra não fazer nenhuma mer*a, pois não teria ninguém indo me socorrer. Então, tive dois irmãos, um que sempre foi, desde que vim pra essa cidade, começamos a ficar mais próximos, saíamos, riamos, festavamos, e outro que apareceu, que fazíamos as mesmas coisas, mas não morava comigo.
Até que um dia, estava ajudando nas divulgações das festas, vendendo ingresso, conseguindo minhas regalias. Estava tudo perfeito, e meus amigos sempre dizendo, eles vão descobrir e você vai se ferrar. Filhos-da-put*, goraram minhas escapadas. Era a festa da espuma, todo mundo muito louco e nojento, com aquela máquina de espuma. Mal sabia eu que era a última festa, deveria ter virado mais. No dia, tinha o Destaque, não podia sair, tinha gente que chegaria em casa. Não conformado, fiquei vendo Simpsons. Passado algum tempo, todos estavam dormindo, era a hora perfeita pra ir curtir. Me arrumei, e fui. Que tesão que estava, ganhado camarote, um balde recheado, o irmão que não mora comigo e aquela loira de pirar o cabeção. Finalmente, estava me enturmando com o pessoal da divulgação. Horas se passaram, e eu são, precisava estar bem pra voltar pra casa. Foi aí que senti algo vibrar no bolso. Não, não era um vibrador sexual, mas meu celular. Pensei, "ah, de boa, o despertador tocou e eu tenho que ir pra casa." Pera aí, naquele dia eu tinha esquecido de colocar pra despertar. Fui ver, uma ligação perdida. Por*a, estava escrito, 'mamãe'. Put* mer*a, e agora? Falei pro meu parceiro que tinha que vazar. Nunca tinha corrido tanto e tão rápido, com a cabeça tão alta assim, bom, cheguei a esquina de casa, e pensei, "Tô fudido". Lá estava ela na porta de casa, de pijama, pronta pra falar um monte.
Sentei no sofá e ouvi muito, desde liberdade que não teria mais (que já não era muita), até que poderia ser morto lá dentro (semana pós semana e nenhuma morte ou zona lá dentro). Bom, aí começou o declínio da minha vida. Uma semana depois...
Fãrst Uãn (First One)
E cá estamos nós (eu no caso), publicando a primeira postagem no Não Me Desce. Unicamente para me apresentar, VictorH, prazer. Objetivo do blog? Nenhum, simplesmente por não ter o que fazer, vagabundo? De certa forma, mas prefiro o termo préviamente-sem-ter-o-que-fazer. Somente 16 anos, mas não parece, uns dizem que pareço ter 6, outros 7, mas enfim, se me registraram logo quando nasci, tenho 16. Sweet sixteen? Pense bem, tensão pré-vestibular, família toda (mãe) querendo escolher meu futuro acadêmico; falta de confiança, sou apenas um piazão com 16 anos, querendo ter uma vida de 18, normal, mas nem a liberdade de 16 me é concedida, acabo recorrendo a recursos meio...digamos assim, sem permissão; essa submissão perante aqueles que formaram sua carga genética; aquelas pessoas que vem sempre perguntando "você está usando drogas?", put* que pariu, ouço minha ascendente do cromossômo XX dizer isso desde, sei lá, 7 anos; responsabilidade de adulto, liberdade de infância; ter que passar de ano no terceiro bimestre, no segundo ano do ensino médio, como se mudasse alguma mer*a passar agora ou daqui 2 meses. "Rebeldia de adolescente", vai a merda com essa frase! Como se esse adulto tivesse saído da boc*ta da mãe dele assim, sem querer ter aquilo que, momentaneamente te alegra. Bom, sobre o NMD, tenho algumas histórias a contar, fúteis, desinteressantes e até quem sabe, toleráveis. Pretendo também, informar-vos sobre alguma novidade nesse mundo onde..Meu caralho, o Bussunda morreu!
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