quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Série: The Walking Dead

  A pedidos, farei posts falando sobre séries e filmes. Pensei em resumir tudo em um único post mas ficaria muito pesado se eu detalhasse como quero fazer ou ficaria muito superficial se resumisse tudo. Portanto é com grande contentamento que inauguro mais uma série de posts... Séries e Filmes...

  Como todo moleque, sou fissurado por zumbis. Primeiro filmes, como Resident Evil, Madrugada dos Mortos, Zombieland (muito bom, por sinal), etc. Depois jogos, como Left for Dead, basicamente. E agora inovando todas as tendências...Série! The Walking Dead. 
  Série lançada pela AMC em 12 de agosto de 2009, conta a história de um apocalipse um tanto inusitado. Baseado nas histórias em quadrinho conhecida aqui no Brasil como "Os Mortos-Vivos", conta a história de Rick Grimes, um policial que num certo dia de ofício é baleado e entra em coma. Quando acorda do coma percebe que está em um hospital abandonado, sem saber o que estava acontecendo, descobriu aos poucos que sua pacata cidade estava deserta. Tanques, helicópteros, mortos nas ruas (mortos-mortos), Rick foi para sua casa. Descobriu também que eclodiu um surto de zumbis. E toda a trama da primeira temporada se baseia nisso, em ver o que aconteceu a sua volta. Corre boatos com sobreviventes que em Atlanta não houve a disseminação do vírus que causou tal absurdo. Ele se desloca para lá e se depara com uma enorme surpresa.
  Por ser algo tão inusitado, tão fora do comum em séries televisivas, foi uma aposta na loteria do diretor Frank Darabont. Tanto foi um tiro às escuras, que só produziu seis episódios - vai que não gostassem... Mas a aceitação do TWD foi tamanha que, agora, em outubro estreará a segunda temporada. 

(Trailer da Primeira Temporada)

(Trailer da Segunda Temporada)

  Hoje em dia, o público geek é muito forte. Assuntos no mundo nerd está muito em alta. Veja os filmes que a algum tempo provem de quadrinhos. Veja a "infoglobalização", início de revoltas não se permeiam mais sobre panfletos, mas sim redes sociais. Os nerds evoluíram e eles querem espaço, pois cansaram do bullying. Talvez eu seja um pseudo-geek. haha

  Aaaaaaaah essa série é muito boa! Mesmo! Recomendo a todos. Muitos tiros. Muitos zumbis. E melhor de tudo, tem história para nos envolvermos. Cada episódio tem em média cinquenta minutos. 

  Aqui vai "control vezado" do site Walkers Brasil os nomes e uma síntese dos personagens.


Rick Grimes
Policial que quando estava a serviço tentando deter alguns bandidos é baleado. Acorda sozinho no hospital e descobre que o mundo em que vivera se tornou um lugar onde apenas os mortos vivem. Sai então em busca de sua mulher e filho que estão em um pequeno grupo ao lado de fora de Atlanta tentando sobreviver, do qual, mais tarde, se torna o líder.
Sempre tenta seguir a lei, mas percebe que as leis e regras em que crescera não se aplicam mais àquele mundo, tenta então se adaptar, o que o leva, às vezes, fazer loucuras para defender seu grupo e família.




Lori Grimes
Quando seu marido estava em coma por ter sido baleado, o apocalipse acontece e Lori então viaja rumo à Atlanta em busca de segurança para seu filho Carl. Ao chegar, percebe que segurança não será fácil de encontrar por um longo tempo, se juntando então a um grupo de pessoas do lado de fora da cidade, esperando que o “governo” mande resgate para que os levem a algum lugar seguro. Apesar de esconder um grande segredo de Rick, Lori é seu braço direito quando o mesmo os encontra, apoiando a todos em épocas em que mais precisam.

Carl Grimes
Filho de Rick e Lori. Apesar de criança, começa a amadurecer cedo, pois Rick quer ensiná-lo a viver no novo mundo, se protegendo daqueles que um dia estavam mortos, o que deixa Lori sempre irritada.
Carl é bastante apegado ao pai e sempre quer ir com o mesmo se aventurar na cidade para conseguir suprimentos para o grupo, o que contribui ainda mais para os conflitos entre Rick e Lori.


Shane Walsh
Melhor amigo e braço direito de Rick no departamento de polícia. Quando os mortos começam a voltar à vida, Shane procura um lugar seguro em Atlanta para ficar fora de perigo, mas antes, convence Lori a ir com ele.
Quando chegam, percebem que a cidade havia sido derrubada e já estava infestada pelos “walkers” (mortos vivos), formando então um pequeno grupo. Mas tudo muda quando Rick os encontra, fazendo-os sempre baterem de frente um com o outro, ainda mais por que Lori está envolvida.

Glenn
Era entregador de pizza que mal conseguia pagar a maioria de suas dívidas com o salário. Quando a praga de zumbi surgiu, se juntou ao grupo que se concentrou em um acampamento fora de Atlanta, na esperança de algum tipo de resgate pelo governo.
Tornou-se o “gari” do grupo, sempre se arriscando a conseguir alimentos, roupas e medicamentos na cidade já infestada de mortos-vivos. Em uma de suas buscas encontra Rick sendo atacado pelos mortos-vivos, que faz Glenn salvá-lo, levando-o até o alojado.

Dale
Um vendedor de carros aposentado que dois anos antes do apocalipse acontecer, sai em seu trailer viajando pelo mundo, junto de sua mulher, que é morta pelos zumbis, deixando-o desolado. Andando pelo mundo, encontra as irmãs Shall, o que o faz companhia até que encontram e se unem ao grupo que estão nos arredores de Atlanta.
É ele quem desconfia do grande segredo de Lori e tenta alertar Rick, o qual não dá muita bola, pois não acredita que sua mulher esconderia tal coisa dele.

Amy Shall
Professora e irmã de Andrea. Estava sendo levada por sua irmã para a nova escola onde daria aula quando a epidemia começou a crescer e a acabar com a maioria da população do planeta. Encontram Dale andando por Atlanta, o que os faz se juntarem ao pequeno grupo de pessoas que se concentra ao lado de fora de Atlanta, esperando por resgate. Sua irmã e ela são encarregadas de cuidar das crianças do grupo, “flertando” sempre com o aposentado Dale, para que as deixe dormir em seu trailer.

Andrea Shall
Antes da epidemia acontecer, trabalhava em uma firma de advocacia. Andrea estava viajando com a irmã, Amy, quando a epidemia aconteceu, levando-a para a nova escola onde pretendia dar aula.
Após se juntarem ao grupo de sobreviventes do lado de fora de Atlanta, na esperança de resgate, Andrea e sua irmã ficam próximas de Dale, o que não agrada a muitos, pois o homem é um senhor de idade já aposentado enquanto as irmãs são jovens, loiras e bonitas. Também ganha destaque no grupo como a melhor atiradora.

  Creio eu que me daria bem num mundo zumbi-apocalíptico. Muito mais fácil sobreviver a zumbis do que sobreviver ao vestibular de Medicina... mas enfim, o manual básico para sobreviver é:
  
  1. Não se apavore.
  2. Mire na cabeça.
  3. Atire.
  4. Não erre.


  "Caso ocorra um - sonhado - zumbi-apocalipse, que nunca falte balas no meu gatilho. Amém!".

@victorsendoda

sábado, 24 de setembro de 2011

Post it. So much.

  A algum tempo atrás eu falei que escreveria sobre os bilhetes que eu recebi...


  Mais da metade deles são por causa da merda do Luan Santana. Mas está valendo... Ia demorar muito tempo para escrever todos... e preferi tirar a foto.
  Hoje em dia nem recebo mais...cansaram talvez. 


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  No integral ouvimos uma música do poema de Fernando Pessoa (Alvaro de Campos). Não sei o nome, mas é das "Cartas de Amor são Ridículas". Eu guardo em uma caixa de Ferrero Rocher alguns objetos que me atiçam boas lembranças, como: 

  • Pins (DeMolay)
  • Fotos 
  • Bilhetinhos
  • Arco de cabelo
  • Euros
  • Pulseiras
  • Medalhas
 e
  • Cartas.
  Cartas essas que escrevi, recebi. De amor, amizade, conselhos. Tenho cartas de "ex-es", amigas, materna, "padrasterna"... E relendo as de amor principalmente, de fato...Fernando pessoa tem toda razão em seu poema.


Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras, Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente,
Ridículas.)

Álvaro de Campos, 21-10-1935

  Quem sabe algum outro dia eu passe elas para cá, apesar de ser bem pessoal. Até lá, tudo isso foi apenas para instigar sua curiosidade. Obrigado. HAHA

  "Passei de cartas de amor para cartas de argumentação... que num futuro consiga voltar para as de amor. Amém!".


  @victorsendoda

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Sentimentalismo VERSUS Consciência

  Como estão? Espero que todos bem. Bom, prazer, sou o Sentimentalismo. Para surpresa de muitos, ainda vivo. Exilado e fraco, mas de forma incrível ainda resisto. A Razão, aquela desgraçada, impôs uma verdadeira ditadura no Victor. Felizmente temos alguns insurgentes rebeldes, resistindo e mantendo vivo algum lampejo de sentimento. Ah, houve tempos que esse pequeno lampejo era uma incontrolável chama ardente que o dominava. Sem a preocupação, sem a entediante Consciência. Não vejo a hora de livrá-lo dos problemas, dá-lo um pouco de carinho e paixão, o que hoje é utópico. Mas tudo bem... Me recuperarei e virarei o jogo.
  Tantas festas desperdiçadas, tantas risadas, tantas paixões, tantos TUDO! E cega, a Consciência acha que só está fazendo bem a ele. Mas não! Ela, aturdida pelo gigantismo da prova-final, não percebe que ele sofre. Ele foi tão diferente já. Essa mudança repentina, essa solidão e carência o maltrata. E o que que ela faz? Manda-o estudar. Saudade de casa, amigos e tudo mais e o que ela faz? Ignora. Isso está se acumulando e ela despreza. Com as poucas forças que me resta, tento amenizar tal situação, para que no final de tudo, não estoure e desperdice um ano inteiro. Mas não conseguiria sozinho. Seus amigos me ajudam muito. Às vezes consigo me deparar com ele sorrindo e fazendo bobagens. Bobagens essas, que como um escape, acaba sendo engraçado deveras. 
  Em relação ao amor...infelizmente não consigo mantê-lo perto dele. Me esforço, mas a "proteção" racional está muito forte. Munido de persistência, manterei meu ideal. E amores não se pode desperdiçar assim como se fosse algo inútil. E a Razão o fez desperdiçar e isso só prejudica o Victor, ele continua pensando sobre isso, acha que ele é o culpado de tudo, fica se martirizando e o objetivo era livrá-lo de distrações. Esse só é um pior.
  O que tenho a dizer é apenas desculpas. Perdão por falhar com minha missão...
  Creio que a Consciência está fora de sua sanidade. Ela enlouquecera com tamanho poder... Algo precisa ser feito. Mas ainda não sei como e nem o que fazer. Por enquanto, mesmo sem muita expressividade, me manterei vivo, resistindo e tentando aparecer sempre que possível, mas preciso me cuidar, não quero abandoná-lo. Gosto dele e ele gosta de mim. Sei disso.




"Não abandonarei meus ideais, resistirei o quanto for necessário. Amém!".


@victorsendoda

Consciência VERSUS Sentimentalismo

  Olá! Eu sou a Consciência do Victor H., sou conhecida também como Mente, Razão, Faculdade, mas o importante é que eu estou no poder. Eu cuido e perturbo. Não sou fácil, mas a culpa é dele. Se sou assim é porque ele me fez assim. Enclausurada, muitas vezes me censurava e ignorava. Mas agora, como disse anteriormente, sou eu quem mando! Ele é muito impulsivo, cético, um perfeito bobão. Como a mãe dele está longe, portanto, sobra para eu cuidá-lo. Ultimamente estavam tentando tomar conta dele pelas minhas "costas", - consciência não tem costas, eu sei, é uma personificação, ou melhor, prosopopeia - era o Sentimentalismo. Pobre Sentimentalismo, iludido com suas paixões. Mas isso é um assunto para depois. Onde estava... Ah sim, mas não deixei tomá-lo (o Victor Hugo) de mim! Consegui vencê-lo. Hoje, ele é só meu!
  O único efeito colateral no Victor H. é a insônia. Coitadinho, não dormes direito mais. Mas tudo na vida tem-se um preço, um sacrifício. Se não fosse eu, quem iria fazê-lo se preocupar com aquela merda de VESTIBULAR? As namoradinhas? Coitadas. Se não fosse eu, quem iria mantê-lo integro para esse ano árduo e tenebroso? A família? Malucos. Se não fosse eu, quem iria acordá-lo para a realidade? O vestibular? Tardio. Afinal, quem precisa de paixonites? A racionalidade não chega à supremacia com as emoções à tona. Então, cá estou para tentar elevar ao máximo as chances dele.
  Sobre o embate com o Sentimentalismo, tenho a humildade de dizer que não foi fácil, assim, só aumenta meu prestígio. Antes desse ano, eu não era muito ativa. Até não interferia tanto, para ver onde tudo ia parar. Sempre me arrependi. Diversão e prazer a todo custo, era bom no começo, eu quando eu agia, era sempre muito tarde, assim, deixando-o no máximo com um sentimento de culpa mas que logo se extinguia. Hoje é diferente. Não apareço após alguma coisa, mas sim antes, mudando o futuro do meu menino. O outro (Sentimentalismo, ou até mesmo Emoção), estava em todo lugar! Quando ele soube que viria para Curitiba, ele me escolhera, mas a Emoção estava impregnada em cada célula do corpo. Velei a morte da Emoção, quando se apaixonou por aqui - que irônico, não?! "Mas esse ano não dá!" eu martelava em sua cabeça. "Pare com isso!" era como fazê-lo renegar o que vivera a vida toda. Ele fora um eterno apaixonado. haha. Acabou.
  Já estamos no final do ano; vestibulares se aproximando; não desistirei. Não agora! Falta tão pouco... Farei tudo valer a pena. Tudo é tão lógico, sem distrações, sem empecilhos, mais estudo, mais concentração. Maior a chance. Não tem margem para erro. Sou auto-suficiente. Não preciso de nada mais.


"Racionalidade para tal ofício. Amém!".

@victorsendoda

terça-feira, 20 de setembro de 2011

PéBola

  Texto feito pela indicação do tema FUTEBOL. Indicação esta, feita nos comentários. Caso tenhas alguma, tentarei fazer. Obrigado. Sou formal e escrevo bonito aqui. Obrigado novamente.

  Falaram pra falar sobre FUTEBOL. Ta aí. Se quiser recomendar algo, comenta lá. Valeu. Sou descontraído e escrevo fácil aqui. Falou!


  Um bando de homens que abandonaram os estudos para correr atrás de uma bola. Essa é a paixão nacional (depois de carnaval e bunda, que estão intimamente ligados). Nós meros mortais já nos apaixonamos por tantas outras bizarrices e nem paramos para pensar nisso.
  A muito tempo atrás, homens e mulheres se aglomeravam em um "estádio" para ver as pessoas se matando. Se aglomeravam também, algum tempo depois nos "estádios de cavalos", só para vê-los correr. Ah... falando assim parece até burrice gastar dinheiro por algo assim. Tanto equinos, como gladiadores e jogadores, nos trouxeram/trazem sentimentos à tona. Mas infeliz é aquele que nunca se emocionou com uma partida de futebol. 
  Tudo começou na China (O.o CHIIINA?? VAI SE FODER!!), lá pelos séculos III e II a.C., foi a mais antiga atividade que se assemelha ao nosso futebol. Mas os China só inventam. haha. Inventaram a Pólvora e a Bomba Nuclear que foi o MOTHERFUCKER foram os EUA. Inventaram a Bússola mas foi as Grandes Navegações - famosas - são europeias. "Inventaram" o futebol, mas foi Inglaterra que oficializou e criou as regras mais conhecidas do foot-ball, isso lá pela segunda metade do séc. XIX. Foi então que a China abandonou as invenções e começou a copiar.. hahaha xP (minha teoria). 
  Apesar de ter a - oficial - origem britânica, o futebol é canarinho! Primeiro e único país no mundo inteiro a ganhar 5 vezes a Copa do Mundo, é nossa. Em crise, guerra, epidemia, terremoto, tsunami (o Japão que perdoe a piada), queimada, o país inteiro fica de olho num jogo do Brasil - tudo bem que ultimamente está difícil acompanhar essa Seleção, mas mesmo assim. As criancinhas antes mesmo de andar já tem em meio de seus brinquedos uma bola. Antes mesmo de largar as fraudas já chutaram uma bola e gritaram GOL! Antes mesmo de ler e escrever já sabe nome de times. Antes mesmo de saber o Hino Nacional já ouviu o hino do time. Antes mesmo de saber a religião já se sabe o time que torce. Antes mesmo saber as profissões dos pais já quer ser jogador de futebol. Antes mesmo de tudo o futebol está nas nossas veias. Não está, não! Na rua você já chutou uma pedra e esta, saiu rolando. Você já vibrou com algum gol de alguém. Admita! 
  O engraçado é ver em época de Copa o patriotismo reacender em nossos corações. É instintivo. "O Brasil é bom em algo, então gosto dele". É bonito de ver as ruas enfeitadas, pessoas unidas torcendo por um mesmo ideal, alegria e felicidade contagiante. Mas acabou a Copa, acaba-se o orgulho nacional...E NÃO PODE SER ASSIM! O Brasil não é só futebol. Não é só Carnaval. Se fosse assim, nosso patriotismo estaria dependente da nossa colocação. E NÃO PODE SER ASSIM!
  É verdade que temos problemas? Inegável. Mas pare de ser um cético que se acha o revolucionário e abra os olhos para ver as mudanças. Estamos progredindo! E a escancarada corrupção, Victor? Deixa eu te por a par dos acontecimentos. 
  A mais nova e duvidada presidenta assumiu. "A cria do Lula". Essa mesma cria, em poucos meses de governo já acabou com 4 focos de corrupção. Ministérios do Transporte, Cidades, Agricultura e Turismo. Focos, estes, que foram nomeados pelo antigo presidente. Ela poderia ter sido conivente com tudo? Tentado encobertá-los? Mantê-los discretos como foi no mandato passado? Poderia. Mas não o fez. Logo de cara está mostrando quem é que está no poder. Mostrando que no mandato dela, a corrupção não será mantida, nem mesmo nos altos cargos de ministros. Sim, ela está mostrando que está à frente da situação - o que realmente deve-se fazer. Se vai vingar o mandato da novata? Ninguém sabe. Mas que eu gostei dela por estar contribuindo para acabar com a corrupção, ah, isso eu gostei. Então pare de reclamar sem saber, pare de achar que tudo é muito fácil e tenha orgulho do progresso que estamos tendo, tanto no Pré-Sal, Biocombustíveis, representação na ONU, força diplomática internacional, entre outros. Mas por que eu falei isso mesmo? ... Ah sim. Tenhas orgulho de onde vives. Este país tropical, abençoado por Deus e bonito de natureza, tem que ser reconhecido.
  Voltando ao futebol... se você diz que não gosta... tomara que você exploda! A sensação de entrar em um estádio, ouvir a torcida, sentir tremer o piso pelos pulos da galera, sofrer e logo depois GRITAR com toda a força GOL, é uma sensação de felicidade enorme. Euforia. Raiva. Impaciência. Ah... uma mistura de sentimentos que quando combinadas leva as pessoas ao delírio. Entoar cânticos. Pintar o rosto com as cores do time. É um amor. E quem ama desfruta de diversas e antagônicas sensações. Da tristeza, passa em questão de segundos para a alegria com uma descarga enorme de Endorfina, Serotonina e Adrenalina. As duas primeiras para a sensação de euforia e felicidade. A terceira e mais cobiçada, é a transição. Do momento em que estava roendo as unhas para o salto ao céu e o GRITO de GOL. Do momento em que estava sentado no bar com os olhos fixos na tela, ao momento em que subira na mesa e gritar GOL DO GRÊMIO, macacada!! CHUUUPA! hehe 
  E tudo acabou se tornando amor para muitos. E esse amor não vai te levar à falência, nem tem TPM e nem vai te trair. hahaha

"O mar é azul, a noite é preta e as nuvens são brancas, DEUS, ajude o Grêmio nesse final de ano. Amém!" haha

@victorsendoda

domingo, 18 de setembro de 2011

One more time.

Oláaaaaaa, oláaaaa, olá!

Ansiedade está tomando conta, além do que eu posso contar. Quando essa fase chega o que tem para a sobremesa? Mais rancor e dor, não sei quanto ao pudor, porém tudo é maior do que minha capacidade de lidar. Não sei o que me espera, será bom? Quem me dera... Será ruim? Diabo na terra.
Não posso forçar o dia passar, não ligo para o fato de estar sempre no mesmo lugar, pois, aguardarei na sala de estar. Até mesmo quando eu chorar, seja de tristeza ou bem-estar, vou estar posicionada, esperando no meu lugar.
Não é a conformidade que está no ar, não pretendo ser uma parede sem força ou parar de respirar, só entendo que sei onde devo estar, e que seja aqui mesmo, no meu lugar.
Quero saber quando vai ser a minha vez, hoje, amanhã ou mês que vem talvez, se não for agora, feliz do freguês.
Vou deixar de lutar? Claro que não, deixa estar. Ninguém acredita mas eu sei, que me preparando estive e pronta estarei, para quando chegar a minha tão esperada vez.



Heeeeeey! Post curtinho mas válido, nunca desistam de sonhar, e não deixe alguém tomar seu lugar.
Você sempre faz a diferença.
Beijosssssss, @vivianecm

Inútil...

  Esse post é apenas para criar um chamariz para alcançarmos as 5000 visualizações... 
  Sinta-se Trollado.


"Dias como este me alegram, se possível quero todos assim. Amém!".


@victorsendoda

sábado, 17 de setembro de 2011

A muito, e muito tempo...

  À muito, e muito tempo atrás (uma semana), tanto quanto as estrelas no céu, um grupo de aventureiros se embrenharam na mais épica jornada de suas vidas. Montados em seus Corcéis Alvos (KombiMobile) partiram para o horizonte naquela tarde nublada precedendo o crepúsculo.

  Todos afoitos esperando quais seriam as surpresas que trespassariam pela tal rota, querendo gravar seus nomes na épica jornada: Desbravar as terras longínquas de Manduri. Os cavaleiros trajados (samba-canção) com seus elmos, cotas de malhas reluzentes à luz da Lua, e firmados ao couro do animal, foram ao encontro do horizonte. 
  Dias e noites se passaram (40 minutos). Aquelas terras pouco conhecidas, ascendiam suas cobiças por honras e glórias (sossego). Mas eles não pesaram, na balança de Atena, os riscos. Tão grandes riscos . Se há possibilidade de riquezas e prestígios, os perigos mais dantescos poderiam estar os aguardando.


  A sintonia era perfeita. Entre eles: uma irmandade. Levantavam seus punhos com suas armas (360, litrão, velho e Jack) e gritavam:
  -Urra! Honra ao passado e glórias ao futuro!
  Estradas. Rios. Morros. Mesmo distante de suas casas eles permaneciam persistentes a um propósito - ao propósito de todo Cavaleiro, glória eterna.


  No front da campanha, estava Eduardo Bowulgh, o Justo. Guiando seus companheiros até o limite do conhecimento geográfico, após esse limite, estariam à mercê de seus próprios deuses. Aliás, nem mesmo deuses conseguiriam protegê-los.


  - Mais dezessete luas contornando a Floresta Maldita ou o atalho de 15 léguas pela encosta do Rio Marrecas com a Montanha dos Desesperados?
  Neste instante, todos se olharam e divididos não chegaram à uma conclusão. Foi então que o Justo decidiu pela encosta.
  Logo no começo da nova rota, um impasse. Precisavam atravessar o rio, mas com que ponte?
  Com pressa e irritado, Victor Hugo de Payun, o Destemido, com sua força mitológica de Hércules derrubou uma pequena árvore à beira do Marrecas, mas suficiente de tamanho para conseguirem atravessar. 


  E ele gritou:
  -Corram, infelizes! Essa ponte não vai ficar para sempre. 
  De fato, com a correnteza do rio, a ponte improvisada não aguentaria por muito tempo. 
  -E desmontem de seus cavalos, "seus cavalos".... 
  E à frente de seus Corcéis Alvos, da Península de AutoPol, onde os cavalos selvagens corriam mais rápidos que Hermes, tomaram a rédea e conduziram ao outro lado. Como fora o "construtor" da ponte, nada mais justo que o Destemido fosse o último a cruzá-la. Mas quando foi sua vez de cruzar o Marrecas, a árvore começou a descer o rio. Victor Hugo montou velozmente no Olímpico - seu indomável - e saltaram da ponte.



  Olímpico todo musculoso, tão quanto dois normais equinos, firmou suas patas dianteiras em solo firme. Aliviado, suspirou de Payun mas algo lhe puxava para trás. Fora Newton e sua gravidade. As patas traseiras do Corcel não alcançaram o chão, mas a encosta da montanha. Com pedras caindo no rio e provocando o barulho da morte, o restante do grupo decidiu agir. Jeferson Gallout, o Ágil, fez jus ao seu nome. Rapidamente lançou a corda que prendeu na ponta da cela. Perfeitamente. Precisamente. Agilmente. Conseguiram resgatam Olímpico e seu dono. 
  Com o passar do susto, a proximidade do abismo não era mais problema. Com a velocidade do cavalgar, o vento da liberdade e juntamente com a brisa do rio a baixo, deixavam-nos felizes. Enfim, começara a aventura.


  Com o grilar da noite montaram o acampamento. Firmaram as tendas, prepararam a fogueira e tragaram o vinho. Faltava o alimento. Por um descuido de sua faculdade, Victor Hugo esquecera do alimento (40 pães). Com os ânimos à tona, esqueceu de carregar seu indomável com a comida. Tiveram que caçar. Fartaram-se com carne, pois Kauê Marcceloi, o Cordeiro-Negro, trouxe da breve caça nas montanhas, o suficiente para todos. Como era de costume na época, era função do caçador preparar a caça para servir de alimento. Fez questão de tomar a frente da fogueira e adaga.


  Com um tempo livre, como de costume nos acampamentos antigos, Etcheverry Santerrie, o Místico, preparava suas poções e elixires. Recitava uns encantamentos e contava suas façanhas que vivera nas Terras Além-Mar. 


  Dentre Eduardo Bowulgh, o Justo; Victor Hugo de Payun, o Destemido; Jeferson Gallout, o Ágil; Kauê Marcceloi, o Resistente; Etcheverry Santerrie, o Místico; havia também Bernardo de Origon, o Gigante. Este, nascido na mais fria terra conhecida no mundo, Elsya Origon. Lá, só os fortes sobrevivem. Literalmente, como em Esparta, só os mais fortes eram os escolhidos. Com uma seleção artificial, eles se diferenciam do resto do mundo por serem qualificados em quase tudo, menos relacionados à alimentação. 


  Renegados pelos pais Origoneses, os rejeitados são abandonados à própria sorte. E Paulo Alexander, o Sobrevivente, não só vive mas como também tornou-se exímio sobrevivente. Não há como derrubá-lo.


  Com esse grupo reunido em torno de uma fogueira, contemplavam o universo. A Lua, os astros, a poeira cósmica velavam seus ideais. E como se consentissem, os brindavam com a luz do luar cheio, temperando o céu com as estrelas.


  Juntos, unanimes, juraram não perder aquela sede por aventuras (e cachaça).
  -Fogo. Água. Terra. Ar. Coração. Juntos, eu sou o Capitão Planeta!


  Algumas horas depois. Algo de estranho aconteceu. Duas mulheres (credo) de cabelos dourados apareceram no acampamento para Victor Hugo. E disseram que deveriam ir embora, pois lá, na terra de Manduri - Mandurã como as belas moças pronunciaram - há uma terrível força maligna. O Destemido indagou:
  -Oh belas donzelas, não há o que temer. Somos cavaleiros, o que irá nos afugentar? 
  E o inesperado acontece. De repente as duas tornaram-se espectros maléficos e com uma risada grave e em uníssono, foi de encontro a ele. Ao trespassá-lo sentiu um enorme frio na medula e despertou do transe.


Com o coração disparado, piscou forte os olhos e viu que não era nada. Mas ficou com aquilo na cabeça e de lá não saía. Um pato estava na sua frente o encarando. Gostou do pato e tomou-o para si. Mas isso não tem nada a vê... haha


  Quando se deparara, percebeu algo estranho. Olhou para a fogueira e antes da visão ela estava acesa; agora, apagada. Encontrou o Ágil deitado, sem forças. Como se estivesse intoxicado com algum veneno (vaaaaaai tonto!). 



  O Sobrevivente acha graça naquilo tudo e diz:
  -Não é irônico o Ágil ser o primeiro a cair em combate? Hahaha!
  Quando ele percebeu a presença do Victor Hugo, perguntou:
  -Onde esteve miserável? Fomos atacados e você sumiu!
  Sem entender, de Payun entende que não estava ali quando tudo aconteceu. Onde eu estava? O que que houve? Foram aquelas bruxas! Não temerei nada, irei caçá-las!


  O Místico acalmou a todos dizendo:
  -A flecha estava envenenada. Mas já dei-lhe de beber este antídoto. Vida Longa!


  Ouvindo passos se aproximando. Passos velozes, ágeis, passam por eles e ouviram o som do veneno sendo expelido pelo companheiro. 
  -Pela velocidade, foi o Jeferson. Ágil até mesmo para ser o primeiro a cair, disse Paulo.


  Quando o Destemido contou sobre o que aconteceu, todos ficaram intrigados. Queriam vingança. E ninguém melhor que ele para guiá-los. 
  -Com a minha força, com a minha coragem, não cansarei até achar quem está por trás disso tudo!
  -URRA! URRA! 
  Então o Sobrevivente, entediado com o acampamento quis ir junto. Ajuda sempre é bom. A não ser que se torne um fardo.


   Foram correndo para o lugar da visão de Payun, a base da montanha, um local muito carregado com energias negativas.


   Analisaram tudo cautelosamente. A fim de não serem surpreendidos.


  Os corcéis ficaram. Ultrapassaram barreiras. Deslisavam as pedras. Um desafio enorme.



  Foi então que Paulo citou as indicações de Etcheverry:
  -"Não subestimem nada aqui na terra de Manduri, nada sabemos. Precisamos agir sabiamente, permaneceremos aqui para tratar do nosso companheiro. Vocês dois, cuidado! Sinto o mal por perto..."


  O Sobrevivente pressentiu o ataque. Duas bestas colossais apareceram rosnando e tomaram posição de combate. Uma sangrenta batalha ocorreu. Após liquidarem uma fera com uma única espadada perfurando o coração do bicho e depois torcê-lo para romper as veias e artérias, Paulo abaixou a guarda. Fora flanqueado nas costelas com o espinho da cauda até então escondida pela besta. Ao presenciar a queda do amigo, Victor Hugo de Payun pulou nas costas da fera e se equilibrou enquanto era chicoteado pelo balançar do animal. Com um golpe de vingança, vingança pelo Jeferson, pelo Paulo, cravou a lâmina no olho esquerdo do mostro, perfurando juntamente o cérebro.


  Carregou-o de volta para o acampamento. Largou-o escorado em um tronco e chamou pelos amigos. O primeiro a chegar foi o Cordeiro-Negro e disse:
  -É mais sábio aprender com o que lidaremos primeiro do que se mandar para longe, nos separarmos para voltar desse jeito deplorável!
  Ele sempre fora sisudo, mas racional. Fazia sentido. Separados quebrariam facilmente como um único feixe de vara. Juntos, formando um fascio de varas, inquebrantáveis. 


  No meio do discurso Santerrie deu ao Paulo o antídoto, pois sobrara um pouco. Com uma surpresa enorme, o Sobrevivente "sobreviveu" rapidamente. Tomou folego e levantou. Em questão de segundos, expeliu todo o veneno. De fato, ele sobrevive a tudo.


  Estava decidido. Ficariam juntos e quando todos melhorassem partiriam em busca de vingança. Estavam cansados. Com sede. Montaram guarda e descansaram.


  A guarda estava protegida, Victor Hugo, o Destemido estava no primeiro turno. Como uma sentinela sempre a guardar, fitava o horizonte e pensava. Olhava para o céu e pensava mais ainda. O que será que há além do horizonte? Ah, terei minha glória lá... Lá longe!

  
  Tomando seu cantil de água, única coisa que ele toma, de Payun viu o alvorecer do dia. Pensou nos infinitos mistérios que essas terras ainda prometem. Pensou em quantos nasceres de sol ainda veria. Pensou nas desgraças da vida.


   Ficou cabisbaixo devido aos mistérios, das dificuldades e pensou em desistir. Foi então que seus companheiros apareceram. Por um breve momento ele desistiu mas aí, finalmente percebeu que era conhecido como Victor Hugo de Payun, o Destemido, porque, de fato, era destemido e corajoso para e com os seus amigos, seus irmãos. Então aquele sentimento de desistir se extinguiu de vez. Com seus irmão reunidos, nada temeria, nada estaria no horizonte, mas sim ao seu alcance.


  E eles só esperam mais aventuras. Que decifre o mistério da longínqua terra de Mandurã.


Continua...talvez.


Cara...demorei...mas fiz. Falei que ia sair esse post HOJE! hahaha espero que gostem... 

Nocturnal, não te preocupes, farei teu post sobre futebol, mas tu podia escrever algo teu para eu colocar depois do meu, certo? haha manda no meu e-mail. =D 



 "Que viva realmente Victor Hugo, o Destemido, dentro de mim. Não temerei a grande prova. Amém!". (ponto depois de aspas... hahaha)






@victorsendoda




quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Por uma vida melhor

Mais um texto. Redação 24. Nota 10,0.


Qual é seu ponto de vista sobre a polêmica em torno da obra "Por uma vida melhor"? Aproveitando ao menos parte da coletânea de apoio acima, escreva um texto em até 20 linhas apresentando sua opinião e os argumentos que a sustentam.


Por uma vida "realmente" melhor

  Falas como escreves? Dificilmente. Com a publicação do livro "Por uma Vida Melhor", travou-se uma "guerra civil" na língua portuguesa. Para os sistemáticos robotizados, a norma culta é a absoluta; a popular é a suburbana e errônea. Para os modernos o importante é a ideia da mensagem ser transmitida integralmente. Modernos estes como os Andrade; Manuel Bandeira; Carlos Alberto Faraco, linguista e ex-reitor da UFPR, que defendeu à Gazeta do Poo (19/05/11) a necessidade de informar aos alunos das variedades linguísticas, norma e culta - ambas corretas -, por exemplo; e Luís Fernando Veríssimo dizendo que "a linguagem foi feita para a comunicação". Com a estratificação proposta pela classe dominante, o preconceito é inevitável, um abismo se abrirá entre os escolarizados e os que não têm essa oportunidade de estudar. Já não bastam inúmeras outras segregações sociais?
  Nada em seu extremo é benéfico. Ignorar a fala natural de um povo é extinguir a cultura nacional. Jogá-la na clandestinidade subordinada a barreiras impostas é um atentado à democracia. Pois a maioria estava sujeita a preconceitos da minoria elite com acesso à escola. Nem ignorar a fala e nem deixá-la à mercê da orgia linguística. Entender a essência da conversa é o que basta. Com ou sem enfeites. Não se deve estigmatizar as normas culta e popular. Devem caminhar juntas.
  "Cê fala como tu escreve"?

"Tomara que caia temas que eu tenha ciência para discorrê-los. Amém!"

@victorsendoda

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Agora ele quer fazer poeminhas, também.


Insano


Nem nos meus sonhos posso me refugiar, 
porque deles eu fora privado. 
Nem nos meus amores posso me confortar, 
porque deles eu me excluí. 
Nem nos meus porres posso me ludibriar, 
porque deles não quero. 
Ah, consciência, não me agora abandone. 
A insanidade me rodeia.




"Minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá. Não importa como, no vestibular quero 'passá'. Amém!" haha


@victorsendoda

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Série participe você também... #FAIL

Série participe você também.. Está com alguma ideia para posts? Está querendo ler algo sobre alguma coisa?
Mande você também um texto sobre o assunto para victor.sendoda@hotmail.com com o título NãoMeDesce. 
Dê a sua opinião. 
Mostre o que te interessa ou repudia. 
Criticas boas ou ruins.
Seu texto será colocado no post e eu escreverei também algo sobre.
Foi feito algo parecido no post "Ainda estou esperando minha carta de Hogwarts" com o texto de @isapanza ( http://naomedesce.blogspot.com/2011/06/ainda-estou-esperando-minha-carta-de.html )
Agradecendo a todos que comentaram.
Conto com a colaboração.
Obrigado.




"Tomara que eles ajudem, né?! Amém."


@victorsendoda