Liberdade, motivo de guerras, revoltas, mortes. Porém meu meio de convívio exigia mais liberdade do que me davam, estranho que a que eu tinha era basicamente relativamente baixa. Amigos saíam, festavam, e riam com os pais, já aqui, pedir pra ir em uma boate é como pedir se querem comprar algo por telefone, sempre vem um não. Mas o que incomoda, é o pensamento absurdo deles, acham que tem assassinatos, boca de fumo (boca de cheiro, boca de injeção), prostituição (quase uma zona), onde só tem esse tipo de gente.
Bom, tudo começou com uma amiga minha que veio de realeza e resolveu ir pra boate, perguntei se deixariam eu ir, e adivinhem, a resposta foi não. Inesperadamente veio uma idéia de ir lá mesmo assim, e foi o que aconteceu. Chegando lá, imaginem, assassinos? Não, só a facada do preço no bar. Drogas? Só a merda daquela fumaça na roupa, que acho que pensando nisso criaram a lei anti-fumo, mas duvido que lá estejam cumprindo-a. Prostituição? Algumas dançavam meio, como posso dizer, tentando se escorar com a bunda em alguém, mas não chegava a prostituição. E foram festas, semanas, e minha vida social, lá em cima. Conhecia gente que na verdade, a gente nem conhece, da um "eae" e sai de perto, finalmente, me sentia crescido, me cuidando pra não fazer nenhuma mer*a, pois não teria ninguém indo me socorrer. Então, tive dois irmãos, um que sempre foi, desde que vim pra essa cidade, começamos a ficar mais próximos, saíamos, riamos, festavamos, e outro que apareceu, que fazíamos as mesmas coisas, mas não morava comigo.
Até que um dia, estava ajudando nas divulgações das festas, vendendo ingresso, conseguindo minhas regalias. Estava tudo perfeito, e meus amigos sempre dizendo, eles vão descobrir e você vai se ferrar. Filhos-da-put*, goraram minhas escapadas. Era a festa da espuma, todo mundo muito louco e nojento, com aquela máquina de espuma. Mal sabia eu que era a última festa, deveria ter virado mais. No dia, tinha o Destaque, não podia sair, tinha gente que chegaria em casa. Não conformado, fiquei vendo Simpsons. Passado algum tempo, todos estavam dormindo, era a hora perfeita pra ir curtir. Me arrumei, e fui. Que tesão que estava, ganhado camarote, um balde recheado, o irmão que não mora comigo e aquela loira de pirar o cabeção. Finalmente, estava me enturmando com o pessoal da divulgação. Horas se passaram, e eu são, precisava estar bem pra voltar pra casa. Foi aí que senti algo vibrar no bolso. Não, não era um vibrador sexual, mas meu celular. Pensei, "ah, de boa, o despertador tocou e eu tenho que ir pra casa." Pera aí, naquele dia eu tinha esquecido de colocar pra despertar. Fui ver, uma ligação perdida. Por*a, estava escrito, 'mamãe'. Put* mer*a, e agora? Falei pro meu parceiro que tinha que vazar. Nunca tinha corrido tanto e tão rápido, com a cabeça tão alta assim, bom, cheguei a esquina de casa, e pensei, "Tô fudido". Lá estava ela na porta de casa, de pijama, pronta pra falar um monte.
Sentei no sofá e ouvi muito, desde liberdade que não teria mais (que já não era muita), até que poderia ser morto lá dentro (semana pós semana e nenhuma morte ou zona lá dentro). Bom, aí começou o declínio da minha vida. Uma semana depois...
victor hugo profetizando, que coisa mais linda
ResponderExcluirIUAHSUIAHSAHSIAS
uma semana depois...?
ResponderExcluirfiquei curiosa!!
hmmm.. quem era a amiga de realeza?!
te am..adoro, amo!
puuts, quem será que é??
ResponderExcluirUHAUAHAUH Muito bom.
ResponderExcluirhahaha, confesso que achei sua mãe um pouco exagerada, mas isso é coisa de mãe. Muito bom!
ResponderExcluirhá, estou sendo sua seguidora no blog ok? asuidhasd =*
cara,mae é tudo igual,só muda de endereço JSADHSJDS
ResponderExcluirbruninhaa! (: