Primeiramente, quero colocar futuros posts que não posso esquecer de fazer:
- Continuar com os posts sobre a mídia brasileira
- Jornada Jovem
Mas agora vamos dar continuidade para a história do post "A muito, muito tempo..." ( http://naomedesce.blogspot.com.br/2011/09/muito-e-muito-tempo.html )
A pouco, muito tempo atrás, os aventureiros donos das longínquas terras de Manduri, se juntaram novamente para realizar mais uma épica jornada. Pouco antes da partida, alguns dos antigos companheiros já estavam em outros caminhos e não puderam se juntar ao grupo inicial. Porém, um novo membro juntou sua espada e escudo para ajudar os companheiros.
Com seus antigos Corcéis Alvos, partiram para os mistérios daquela terra maldita, mas antes, se reuniram e olharam bem para os rostos de cada um, poderia ser uma jornada sem volta.
Todos na expectativa de engolir a estrada sobre seus pés, ajeitaram suas armaduras, conferiram se suas espadas estavam afiadas, checaram os suprimentos (benditos suprimentos em líquido) e partiram para aquele horizonte distante e cheio de perigos.
- AHÚÚ, meus irmãos, AHÚÚÚ!! - disse Victor na retaguarda do comboio.
- AHHÚÚÚÚ!!! - em uníssono.
Depois de passarem pela encosta do Rio Marrecas, depois de todos os riscos e problemas, depois de maus presságios visto pelo Etcheverry, o Místico, depois das faltas que Eduardo, o Justo; Jeferson, o Ágil e Paulo, o Sobrevivente, chegaram ao antigo acampamento da aventura passada. Não queriam pecar novamente por não fazerem o perímetro e ter certeza que estariam seguros, sem loiras espectrais e sem bestas colossais. Por fim, ao final do dia, tudo estava limpo e seguro, poderiam, enfim, comemorar, beber e oferecer aos deuses a boa viagem. O que não aprenderam é que nas terras de Manduri, nem mesmo os deuses conseguem chegar.
E tudo começou bem, em volta da fogueira, dançaram e festaram e beberam e pitaram seus cachimbos. Porém, Victor Hugo vislumbrou na fumaça uma imagem fantasmagórica vindo em sua direção, mesmo Destemido não conseguiu se mexer. E foi atingido em cheio por aquela "coisa". Foi então que perceberam que de Payun era outra pessoa.
Ele fora possuído por uma entidade maquiavélica. Seu semblante havia mudado. Seus olhos haviam escurecido. Sua postura havia encurvada. Sua voz havia engrossado monstruosamente, e disse:
-Vós, não cansais de vir nos atormentar aqui?! Aaaaaargh, seus vermes! Fora uma questão de sorte que saíeis vivos aqui da outra vez. Não erraremos novamente!! Considerem-se desafortunados por toda a vida, que será breve...
Seus companheiros não aguentaram e com dor de ouvido se jogaram ao chão. Se contorcendo de dor.
A dor havia passado, o Victor havia retornado, e para quebrar o gelo, o novo membro, Toscano, o Mágico, convidou-nos para comer. "Que se f*da esses espíritos".
-Antes de enfrentarmos esses b*stas, vamos comer! Encham esses buchos!
Depois de comerem, Victor sentiu novamente que estava perdendo o controle de seu corpo e conseguiu alertar seus companheiros. Toscano encarou de frente a alma inimiga e o desafiou para um jogo de cartas e bebidas. E aí começou a batalha. E QUE BATALHA!! haha
Com um rio de sangue ao chão. Com uma constelação de hematomas. O primeiro a cair foi o Místico. Etcheverry não aguentou. Victor Hugo, colocou-o em proteção na cabana e voltou para terminar e vingar aquele maldito urso.
Acalmando os demais, Toscano preparou uma poção mágica para fazer o Místico se recuperar. E assim foi feito. Mas continuaria indisponível para a peleja.
Tomado pelo espírito de vingança, Victor se preparou para o ultimato.
-AAAAAAAARRRRGHH!!
Com uma cara de mal. Com a vestimenta mágica. Victor Hugo desviou a atenção do PedoBear e enfim os companheiros sacaram suas espadar e trespassaram por todo o corpo do animal. Infelizmente, a alma saiu e jurou vingança. Saiu dizendo que voltaria e que esperaria-nos para o próximo encontro, com mais problemas.
Ainda tristes pela baixa de Santerrie, esperaram ansiosamente para seu retorno. (não sei mais o que escrever, to aqui com a cabeça no GRE-nal) hahaha
Sempre juntos estarão, mesmo longe. Com um copo na mão, e os corações tamborilando num só ritmo. Porque é isso que a vida nos proporciona para contar aos netos. Lembranças vivas, de companheiros-irmãos que levamos para nossa jornada.
E faz tempo que Victor Hugo não vê uma donzela para encantar seu coração e acalmar os vícios da carne. ¬¬ hsahsausahusauhsauhsausa que idiota.
Como de praxe uma foto de saída, esperando para tirar novamente outra foto na frente da kombi.
E como de praxe, também, uma foto de cueca! hahahaha. Ficaram na vontade na segunda foto... Enfim, saciaram a sede de ver o Destemido de samba. hahaha. E um outro tonto achando que vai voar. hahaha
"Que sempre consiga passar momentos alegres em volta de meus irmãos. Amém!".
@victorsendoda
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