Primeiramente quero avisá-los: se corrigirem minha redação (kkkk) acho que vão me dar fuga de proposta MA OE QUE LEGAL.
@TamyBertola
The Winter is Comming
Mudanças
repentinas na rotina de qualquer ser são impactantes e –mesmo que necessárias-
podem vir acompanhadas de incontáveis fatores prejudiciais e danosos.
Tartarugas bebês sofrem ao atravessar a extensa faixa de areia que divide o
conforto do ninho e a imensidão do oceano. Pássaros se machucam ao experimentar
a queda livre na primeira tentativa de voo. Digam gladiadores e pais de
primeira viagem: o desconhecido... assusta.
Temem os
estudantes de primário o fato de não ganhar a “estrelinha” ao final da tarefa.
Temem os estudantes de 5ª a 8ª séries, não passar nas provas finais. Temem
casais, a separação. Digam competidores de ponta e vestibulandos: o saldo
negativo... dói.
Abdicar do
conforto e segurança de casa, como fazem as tartaruguinhas, para enfrentar a hostilidade
do mundo real é o primeiro grande impacto na vida de quem quer crescer tanto
pessoal quanto profissionalmente. Deixar a convivência diária de amigos de infância
para conviver com inimigos é corajoso –e perigoso, sim, muito perigoso-. O cursinho
pré-vestibular é um treinamento de guerra: uma preparação coletiva para um
combate individual. Estar sozinho dá medo e saber que tudo depende única e
exclusivamente de você mesmo é como cair em queda livre do ninho sabendo que
ninguém vai bater asas por você. Enfrentar o desconhecido... um mal necessário.
Como bem nota
o articulista Claudio de Moura Castro em artigo à revista Veja o stress diante
da novidade é resultado da falta de preparação para lidar com ela. As
consequências desta batalha são sentidas na pele e deixam marcas profundas e
doloridas se não houver uma armadura protegendo o guerreiro. Por armadura
entendem-se o preparo emocional para aguentar a pressão psicológica; e o
preparo físico para aguentar as longas horas ininterruptas de estudo e batalha.
Desta forma evita-se, ou abranda-se, o tão temido stress pré-vestibular que ainda
acomete, segundo o blog “SOS profissões”, 92% dos guerreiros. Segundo Casto, é
preciso aprender a lutar e a utilizar as chagas de batalha a seu favor, afinal,
não são poucas.
Na série de
livros adaptada para televisão Game of Thrones verões e invernos se alternam
indefinidamente e cada um varia também na intensidade e tempo de duração.
Acredita-se que quanto mais longos, brandos e pacíficos são os tempos de verão;
mais gelados, tenebrosos e perigosos são os períodos de inverno. Alternam-se
assim como os períodos de rotina e novidade, insegurança e segurança, frio e
calor, dor e prazer, tristeza e felicidade, guerra e paz. O combate, da mesma
maneira que invernos, são inevitáveis e é preciso se preparar para
enfrentá-los. Aprendam com as formigas que estocam alimento para os tempos
difíceis e preparem-se para a batalha. No fim, é um alívio ouvir que a guerra
está ganha e que o inverno está acabado.


De boa que eu gostei.. MESMO! Ainda mais pelo GoT. E sobre o "Fugir do Tema", não te preocupe.. Creio que Artigo de Opinião, tem a liberdade de escrita muito ampla, fugir do tema não é nenhuma preocupação. A questão é a sorte de pegar um corretor atualizado e que gosta de séries, aí...PONTO POSITIVO!! haha Mas como sempre, me encanta seus textos. E realmente, sorte que fizemos propostas diferentes, não quero me comparar contigo. Escrevemos bem de maneiras diferentes. Mesmo gostando de maneiras intensas e iguais.
ResponderExcluirEu é que não quero me comparar contigo.. HAHAHAHSDHAHD. sempre saio no prejuízo em comparações ¬¬
ResponderExcluir"Sou a Tamyris e sou o migué em pessoa!".
ResponderExcluirmudanças é
ResponderExcluirerro de digitação já corrigido
ResponderExcluirerro de digitaçao... A ta e eu sou o Bozo
ResponderExcluirvem ver meu rascunho :D
ExcluirAlgum problema, meu caro?!
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